Pesquisar neste blogue

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Mais documentação on-line

É um trabalho meritório - apesar de existirem algumas dificuldades no acesso que, espero, sejam passageiras. No mesmo site há também links para outros documentos que não só o "L’Osservatore Romano". É mais uma fonte para quem investiga estes tempos...



















Edições do L’Osservatore Romano da II Guerra Mundial publicados na net


A iniciativa parte de uma ONG que trabalha na área do diálogo inter-religioso e pretende clarificar a questão do papel da Igreja durante a guerra.

A Pave the Way Foundation, uma organização dedicada ao diálogo inter-religioso e chefiada pelo judeu Elliot Hershberg, obteve autorização do L’Osservatore Romano, visto como sendo o jornal oficial do Vaticano, para publicar na internet as suas edições do período da Segunda Guerra Mundial.

“É um grande passo no sentido de educar os historiadores legítimos em todo o mundo. Têm sido feitas muitas referências a artigos do L’Osservatore Romano ao longo dos anos, tanto negativas como positivas, e agora estas poderão ser verificadas on-line”.

A Pave the Way Foundation tem feito muitos esforços nos últimos anos para ajudar a clarificar o papel da Igreja Católica, e em particular de Pio XII, durante a guerra, e tem publicado documentação, por vezes inédita, que desmente a ideia de que o Papa nada terá feito para ajudar os judeus.

A organização já reuniu dezenas de milhares de páginas de documentação no seu site: "www.ptwf.org". Esse acervo ficará significativamente maior com a adição dos jornais em formato digital.

Talvez conspiração...

A II Guerra mundial e as suas personalidades sempre foram alvo das mais diversas teorias e conspirações. Confesso que esta não me convence muito e acho que estamos a entrar num campo "minado". Mas como toda a gente - jornais etc... - pegou, achei que este blogue deveria pelo menos ter uma referência à notícia... que atiro para a secção das conspirações...

Historiador diz que avô de Hitler poderá ter sido também pai do ditador
O avô do ditador nazi Adolf Hitler poderá ter sido também o seu pai, de acordo com o historiador alemão Gerhard Roth. A questão levantada pelo professor e historiador, em declarações ao jornal alemão 'Bild am Sonntag', como o próprio reconhece, é relativamente nova e deriva em grande parte do desconhecimento que ainda subsiste sobre o avô paterno do homem que desencadeou a Segunda Guerra Mundial.

"O seu avô biológico foi possivelmente também seu pai", disse ao 'Bild am Sonntag', o historiador Gerhard Roth.

"Sempre houve indícios de incesto na família de Hitler. Hitler teve uma relação traumática com as suas origens e sempre fez por a ocultar. Isso formou parte da sua psicose", considerou o historiador.

O biógrafo de Adolf Hitler, Ian Kershaw, diz que toda esta teoria é absurda e que não tem qualquer base histórica.

"Essa suposição é completamente nova e bastante grotesca. Não conheço uma sequer fonte que a sustente", assegurou Ian Kershaw ao mesmo jornal.

No entanto, o biógrafo do ditador adianta que "é conhecido que existe um mistério acerca do avô paterno de Hitler".

"As duas pessoas que o poderiam ter sido, Johann Georg Hiedler e Johann Nepomuk Hiedler, faleceram antes do nascimento de Hitler", explicou.

As muitas biografias escritas do ditador nazi coincidem pelo menos no pai de Hitler, apontando que este terá sido um funcionário de uma alfândega chamado Alois Hitler (1837-1903), que nasceu com o nome de Alois Schickelgruber.

quinta-feira, 27 de maio de 2010

A TSF acompanhou jovens portugueses a Auschwitz

A reportagem é da TSF...
Mais palavras do que as ditas pelos próprios são supérfluas...

Pretérito mais que presente

Quinze alunos da Escola Secundária de Valpaços recuaram no tempo para compreender o que era viver em Oswiecim (Auschwitz), durante a II Guerra Mundial. Criaram uma parceria com uma escola polaca, e com a ajuda dos alunos escreveram um diário. O projecto termina com a viagem a Auschwitz, para conhecer o campo de concentração onde morreram um milhão e cem mil pessoas.
«Pretérito mais que presente» é uma reportagem de Joana de Sousa Dias, com sonorização de Herlander Rui.

Fica o link para reportagem...são 36 minutos que valem a pena.

http://www.tsf.pt/paginainicial/AudioeVideo.aspx?content_id=1580032

As bombas adormecidas...

O facto de terem encontrado mais uma bomba adormecida da II Guerra Mundial em Berlim não é novidade. Já não é a primeira vez que reproduzimos notícias que referem estas descobertas, quase 70 anos depois do fim do conflito. Outras surgiram pelo meio - ainda em Março uma criança descobriu um bomba incendiária nas florestas que rodeiam a cidade - que não me mereceram referência especial, mas esta pelos números que apresenta, nos últimos parágrafos, merece ficar registada.

Ficam também umas fotos da operação....









Berlim
Bomba da II Guerra obriga evacuação 9 mil pessoas

Uma bomba da Segunda Guerra Mundial foi encontrada na noite de quarta-feira na região de Berlim, obrigando á evacuação de cerca de nove mil pessoas que estavam em edifícios próximos.

O artefacto, que pesa cerca de 500 quilos, é de fabrico norte-americano, e foi encontrado por funcionários de obras de canalização no distrito de Zehlendorf.

Durante mais de seis horas, as forças de segurança evacuaram todos os edifícios num raio de 500 metros. A maior parte dos moradores abrigou-se em casas de familiares e amigos, mas cerca de mil deles foram recebidos numa estrutura provisória.

A polícia de Berlim recolhe e desativa todos os anos entre 25 e 40 toneladas de bombas, granadas e outros tipos de munições e armamento da Segunda Guerra que ficaram enterrados no subsolo da cidade.

O Senado de Berlim acredita que o subsolo da capital alemã tem ainda cerca de três mil bombas aéreas de 250 quilos cada.

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Em tempo de futebol...

O jornal Público recorda o mundial que antecedeu a II Guerra Mundial. O artigo é pequeno mas interessante, e fala de forma leve sobre o caso da selecção Austríaca comandada por um dos jogadores que ainda hoje é tido como um dos melhores do mundo... Infelizmente não jogou. Fica a notícia do público e também um apontamento sobre o "homem de papel".



Histórias de Outros Mundiais
A vitória de Mussolini na prova dos boicotes

O Campeonato do Mundo de 1938, disputado em França, foi um dos mais conturbados de sempre e foram várias as selecções que não marcaram presença devido ao clima bélico que assolava a Europa, nas vésperas da Segunda Guerra Mundial.


No final, a Itália de Mussolini, equipada de negro, acabou por vencer, apesar da enorme hostilidade demonstrada pelo público francês contra os transalpinos durante toda a competição.

A 12 de Março de 1938, sensivelmente a três meses do arranque do Mundial, Adolf Hitler deu início à sua campanha expansionista com a anexação da Áustria. Os austríacos viram a sua selecção, uma das melhores de sempre, desmantelada – os jogadores foram “transferidos” para a Alemanha – e afastaram-se da prova. Apesar da condenação da França e da Inglaterra à invasão nazi – ficaram-se por protestos diplomáticos –, Jules Rimet, presidente da Federação Francesa de Futebol e impulsionador, oito anos antes, do primeiro Campeonato do Mundo de selecções, recusou todos os apelos para que a competição fosse adiada.

Tal como a Áustria, também a Espanha (devido à guerra civil espanhola) e a China e Japão (envolvidos na segunda Guerra Sino-Japonesa) foram impedidos de participar.

Mas não foi apenas o clima de guerra que fez estragos entre os participantes. A decisão de realizar a prova em França, contrariando a política original de organizar o Mundial de forma alternada na Europa e na América, motivou a auto-exclusão de sete países: Argentina, Colômbia, Costa Rica, El Salvador, Guiana Holandesa, México e Uruguai. O Brasil, que tinha a intenção de sedear o torneio em 1942 (não foi disputado devido à II Guerra Mundial), e Cuba acabaram por ser as únicas selecções americanas a não aderir ao boicote.


E agora a história de Sindelar copiado de uma página brasileira. A foto é da Wikipédia




Matthias Sindelar
O maior jogador de futebol dos anos 30, símbolo da resistência à ideologia nazista.

Único filho homem de uma família judaica proletária de imigrantes tchecos, nasceu nasceu em 10 de fevereiro de 1903 na vila de Kozlau, na Morávia, hoje República Tcheca. Ainda garoto mudou-se com a mãe e as três irmãs para Viena, na época capital do Império Austro-Húngaro.

Dono de um estilo apurado e clássico, elegante, inteligente e simplificador. Rápido, centroavante difícil de marcar, alto e magro, a exatidão e a leveza com que driblava ou executava os passes levaram o torcedor a apelidá-lo de “Der Papierene”(feito de papel). Com jogadas imprevisíveis e gols de rara beleza, tornou-se chefe de família aos 14 anos, após o falecimento de seu pai, na Primeira Guerra Mundial. Enquanto trabalhava como mecânico, aprimorava seu futebol no time do Hertha de Viena, onde permaneceu por seis anos.

Sindelar tornou-se o mais celebrado jogador dos 125 anos do futebol austríaco (para os historiadores franceses Jean-Philippe Réthacker e Jacques Thibert, o mais completo número 9 europeu de todos os tempos).

Nos anos seguintes, o time continuou a dominar o futebol europeu, com jogadas inteligentes e passes curtos.

Em 1934, as dificuldades econômicas que atingiam o país não impediram a seleção austríaca de chegar às quartas-de-final da Copa do Mundo. Na ocasião o Wunderteam perdeu de 1 a 0 para a Itália, que mais tarde ficou com a taça. Em 1924 foi para o Áustria Viena, clube associado à classe média judaica. Em seu primeiro jogo pela seleção austríaca em 1926, marcou dois gols na vitória de 7 a 1 sobre a Suíça. Este foi o início de uma era de partidas memoráveis onde Sindelar era a estrela da melhor seleção que a Áustria já teve, apelidada de Wunderteam (time-maravilha).

Em 1934, um golpe militar instalou a ditadura fascista católica na Áustria, mergulhando o país no caos.
Apesar da classificação para a Copa seguinte, o seleção da Áustria não disputou o Mundial de 1938. Motivo: com o avanço do nazismo, seus jogadores haviam se integrado à seleção da "Grande Alemanha".

Foi numa partida entre Áustria e Alemanha, para celebrar a unificação dos dois países, que Sindelar protagonizou a última grande façanha.

O time austríaco, liderado pelo "homem de papel", havia cedido seus melhores jogadores para a Alemanha. A intenção era transformar a partida em uma propaganda nazista. E as instruções eram claras: os austríacos não deviam marcar gols e, muito menos, ganhar o jogo. A partida, porém, não ocorreu conforme o previsto.

Mesmo com 35 anos, Der Papierene foi o melhor jogador em campo e fez o gol que desafiou o nazismo. Não é à toa que a seleção alemã tentou recrutá-lo. Mas sem sucesso. O jogador rejeitou o convite com a desculpa de estar contundido e velho demais. Sindelar, um bastião do nacionalismo austríaco, manteve-se fiel às suas convicções políticas, às relações com os judeus egado-se a defender o time de Adolf Hitler. Marcado como opositor do regime, foi perseguido pelas tropas nazistas, até se suicidar em 23 de janeiro de 1939, dias antes de completar 36 anos.

Quarenta mil pessoas compareceram ao seu funeral, sob os olhares das tropas nazistas. O Áustria Viena recebeu 15 mil telegramas de condolências. ‘Sindelar é para os austríacos o mesmo que Pelé épara os brasileiros; algo mais do que um jogador’, definiu o historiador Wolfgang Maderthaner.

De fato, a importância de Sindelar transcende os gramados. Sua atitude de permanecer fiel aos seus princípios, e sua resistência ao nazismo e às tropas de Hitler fazem dele um símbolo, não só para o povo austríaco, mas para o mundo todo. Nem mesmo morto, Der Papierene perdeu a popularidade.
Em dezembro de 1998, 60 anos depois de sua morte precoce, foi eleito o atleta austríaco do século 20.

O que aconteceu à Áustria de Matthias Sindelar durante a II Guerra Mundial?

A não ser por 1945, o ano do armistício, o campeonato nacional transcorreu normalmente, só que com jogadores alemães atuando pelo Áustria, pelo Viena, pelo Sportkclub, e craques austríacos vestindo a camisa do Shalke 04, do Hanover 87, do Dresden, quando não da própria seleção alemã. Uma interação de tal ordem que, em 1941, a tradicional equipe do Rapid de Viena disputou os dois campeonatos, ganhando ambos.

Mas Sindelar não viveu para ver tudo aquilo. Para ele, naquele derradeiro janeiro, a guerra já estava perdida. A Áustria já não era dos austríacos e o célebre “Wunderteam” se fora para sempre.

“Mozart do futebol”, como os jornalistas o chamavam, ou Motzl, para os companheiros de equipe, Matthias Sindelar permanece como a mais cintilante estrela internacional que a II Guerra Mundial roubou ao futebol.

Como sempre ficam os Links:
http://www.publico.pt/mundial2010/Show/a-vitoria-de-mussolini-na-prova-dos-boicotes_1439003
http://www.chabad.org.br/biblioteca/artigos/matthias/home.html

quinta-feira, 20 de maio de 2010

O submarino afundado na Nazaré

A história não é nova, mas é sempre interessante recorda-la. Fica o apontamento do jornal "Região de Leiria" e também uma reportagem que reúne, entre outras coisas, material recolhido pela SIC há alguns anos.


Submarino alemão afundou-se na Nazaré há 65 anos

Publicado em 20 Maio 2010 às 4:32 pm.

Assinala-se hoje o 65.º aniversário do afundamento de um submarino de guerra alemão – U-963 – ao largo da costa nazarena, um acontecimento no rescaldo da 2ª Guerra Mundial, que marcou a vivência da população local, tornando-se parte do imaginário nazareno, quase com contornos de lenda.


- The most amazing home videos are here

De acordo com os registos da Capitania da Nazaré, na madrugada do domingo, 20 de Maio de 1945, um bote de borracha com três marinheiros alemães atingiu a praia. Contactadas as autoridades locais, foi transmitido que estaria ao largo um submarino em afundamento e solicitava-se o resgate da restante tripulação, realça a autarquia nazarena em comunicado.

A barca salva-vidas da Capitania foi accionada e recolheu os 45 tripulantes ainda a bordo, mas o Comandante do U-963 não permitiu aos representantes das autoridades portuguesas que assistissem ao afundamento, acrescenta.

O submarino partira da Noruega em Abril de 45, quando ainda decorria o conflito que opunha a Alemanha de Hitler aos Aliados, com a missão de largar mísseis no Canal da Mancha, mas, na viagem, a tripulação foi informada da rendição da Alemanha e, ao invés de aceitar a capitulação, optou pela fuga e pelo auto-afundamento, ao largo da costa de Portugal.


- Funny home videos are a click away

Segundo os registos da Capitania da Nazaré, citados pela autarquia local, o U-963 submergiu a aproximadamente 500 metros a sul/sudoeste do Forte de S. Miguel, a cerca de 100 braças de profundidade.

“O afundamento do submarino alemão foi testemunhado por muitos habitantes locais, alguns que ainda são hoje memória viva de um episódio de grande interesse histórico”, destaca a autarquia nazarena.

Refira-se que, em 2004, uma equipa de reportagem da SIC tentou desvendar o mistério da auto-destruição do submarino de guerra alemão na Nazaré, acompanhando uma expedição da Universidade Autónoma de Lisboa, da Universidade do Connecticut (EUA) e do Instituto Hidrográfico. A equipa efectuou mergulhos no submersível Delta até cerca de 120 metros de profundidade, na zona da cabeceira do Canhão da Nazaré, tendo sido confirmada a localização do U-963. Mas não foi possível recolher mais informação devido à elevada turbulência de correntes, ao nível de sedimentos e à fraca visibilidade, que não permitiam um mergulho de reconhecimento em segurança.
<---------------------------------------->

Para ver outros filmes e vídeos clique AQUI.

terça-feira, 18 de maio de 2010

E se... ficções e conspirações

Nos últimos dias apareceram notícias relacionadas com a II Guerra Mundial vindas do mundo da ficção e da conspiração.

Comecemos pela última - a conspiração - que defende que Hitler sobreviveu à guerra... O livro saiu agora e foi escrito por um jornalista que, garante, ter tido acesso a testemunhos a e documentos que provam esta teoria. Fica a notícia da IOL...



Hitler pode ter conseguido fugir
Livro divulga documento que defende a tese segundo a qual o líder nazi não se suicidou, mas fugiu para a Argentina

O livro «O exílio de Hitler», do jornalista Abel Basti, divulgou um documento que defende a tese segundo a qual o líder nazi não se suicidou, mas antes terá conseguido fugir para Espanha e depois para a Argentina, refere a EFE.

O documento secreto alemão mostra que o nome do Führer consta da lista de passageiros evacuados num avião que viajou da Áustria para Barcelona, no dia 26 de Abril de 1945. Adolf Hitler pode ter-se escondido, então, em Espanha, durante vários dias, tendo depois viajado para a Argentina.

Recorde-se que, oficialmente, o líder nazi recusou fugir de Berlim a 30 de Abril de 1945 e suicidou-se, tal como a sua amante, Eva Braun. No entanto, os seus corpos nunca foram descobertos.

Para o jornalista argentino, esta versão é uma «farsa» que foi «fabricada» para ajudar Hitler, que era, na altura, considerado uma «peça-chave» para combater o comunismo depois da guerra.

«Não tenho dúvidas de que, quando a Segunda Guerra Mundial estava a acabar, Hitler fugiu da Alemanha debaixo de um escudo protector de sectores do poder ingleses e norte-americanos, os mesmos que o financiaram para que, de um humilde pintor, pudesse chegar a chanceler da Alemanha», disse Basti.

Segundo o jornalista, o «grande segredo» residiu na chegada de um duplo de Adolf Hitler ao local onde este se terá suicidado, no dia 22 de Abril de 1945. «Nesse dia, o verdadeiro Hitler voou para o aeroporto austríaco de Hörsching, com mais oito pessoas, entre elas Eva Braun», acrescentou.

O autor do livro garante que recolheu testemunhos que contam alguns episódios da estadia do chefe nazi em Espanha. Depois, um documento dos serviços secretos britânicos revela que uma caravana de «submarinos nazis partiu dias mais tarde de Espanha e, depois de uma escala técnica nas Canárias, continuou o ser périplo até ao Sul da Argentina», com o aval dos EUA.

«Num desses submarinos viajavam Hitler e Eva Braun», assegurou.


Ficou a notícia da conspiração. Segue-se a ficção. E se os nazis tivessem fugido para a lua e se preparassem agora para voltar à terra... ou melhor para invadir a terra. É este o argumento de um novo filme e... não é americano, nem é de Hollywod.

Fica a informação e o "trailer" que é interessante...


Nazis voam até à lua no filme finlandês «Iron Sky»

«Em 1945 os Nazis foram à Lua. Em 2018 eles vão voltar»: esta é a frase promocional do filme finlandês «Iron Sky», cuja espectacularidade do primeiro «teaser» está a dar mesmo muito que falar na internet.



No ano de 1945, os Nazis montaram uma base secreta na Lua antes do final da Segunda Guerra Mundial, onde se têm escondido a planear o seu regresso ao poder, planeado para 2018. Esta é a premissa de «Iron Sky», um filme finlandês que está a ser muito comentado na internet, inicialmente pela originalidade da sua ideia de base e agora pelas sofisticação das suas primeiras imagens, acabadas de divulgar.

O filme é uma produção independente finlandesa, com financiamento de fontes tão diversas como a Finnish Film Foundation ou a Walt Disney Finland. O realizador é Timo Vuorensola, que também é vocalista da banda de «black metal» Älymystö, e que aqui se estreia na realização de longas-metragens. O filme tem estreia prevista para 2011.


Como se vê a II Guerra mundial continua a dar que falar...

<---------------------------------------->

Para ver outros filmes e vídeos clique AQUI.