Jornal "Diário de Lisboa", 25 de Julho de 1940
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Este blogue utiliza português que respeita o período pré-acordo ortográfico.
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segunda-feira, 25 de julho de 2016
«Escaparate de Utilidades»
Cablindo, contra a queda do cabelo
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quinta-feira, 21 de julho de 2016
Livros ...
Para ler ao sol e à sombra
São três livros que podem servir de companhia durante o período de férias ou nos dias de descanço que se aproximam. Dois deles estão editados em português e outro pode ser adquirido apenas em inglês.
Tratam-se de obras de "não ficção", das quais ficam os títulos e as sinopses oficiais...
17 Cravos, de Andrew Morton
A Realeza, os Nazis e o Maior Complô da História.
Um queria governar o mundo, o outro foi governado pela paixão. A improvável aliança entre Adolf Hitler e o duque de Windsor levou a um dos maiores complôs da História.
O plano era simples: A Alemanha invadiria a Grã-Bretanha e o duque de Windsor seria reposto no trono como rei-fantoche. Quando a invasão não se concretizou, o plano mudou e nasceu a Operação Willi: raptar os duques de Windsor enquanto estavam em Portugal, em 1940, como convidados do banqueiro Ricardo Espírito Santo Silva. Deste modo, a Alemanha teria dois reféns reais para forçar a Grã-Bretanha a ajoelhar-se.
Recorrendo a documentos do FBI, a fotografias e correspondência particulares, Andrew Morton narra a história repleta de aventura, intriga política, romance ilícito e traições familiares do duque de Windsor e da sua mulher, Wallis Simpson, de quem se dizia ter sido amante do ministro dos Negócios Estrangeiros alemão, Joachim von Ribbentrop, que lhe enviava 17 cravos para recordar o número de encontros amorosos.
A lista do padre Carreira, de António Marujo
A história desconhecida do Português que escondeu refugiados durante a Segunda Guerra Mundial
Joaquim Carreira, padre português nascido em 1908 numa aldeia próxima de Fátima, arriscou a sua vida para esconder e proteger centenas de judeus e dissidentes numa Roma ocupada pelos nazis. Fê-lo no Pontifício Colégio Português, do qual se tornara reitor em 1941.
António Marujo, duas vezes vencedor do Prémio Europeu de Jornalismo Religioso na Imprensa Não-Confessional, oferece-nos uma visão pormenorizada do homem e do momento histórico em que viveu, resultado de uma longa investigação iniciada em 2012 para o Público - e graças à qual foi «descoberta» esta notável figura portuguesa.
Apoiado por documentação inédita do próprio Colégio Português, o autor apresenta-nos um dos homens que, em conjunto com figuras como Aristides de Sousa Mendes, Oskar Schindler ou Irene Sendler, foi responsável pelo salvamento de centenas de vidas durante a Segunda Guerra Mundial.
Pelos seus feitos e coragem, a 15 de abril de 2015, 70 anos depois do final da Segunda Guerra Mundial, Joaquim Carreira foi tornado «Justo entre as Nações» pelo Yad Vashem, o Memorial do Holocausto de Jerusalém. Esta é a maior distinção para não-judeus que pode ser emitida em nome do Estado de Israel e do povo judeu, sendo uma honra atribuída apenas a heróis. Um destes heróis é o padre Joaquim Carreira, e esta é a sua biografia definitiva.
Portuguese Fighter Colours 1919-1956: Piston-Engine Fighters
De Luís Armando Tavares e Armando Jorge Soares
Esta obra descreve e ilustra as cores e as insígnias dos caças com motor de pistão que serviram as forças armadas Portuguesas entre o final da 1ª Guerra Mundial e a década de 1960.
Portugal é uma pequena nação com armas aéreas de tamanho modesto, mas usou uma grande variedade de aviões de caça icónicos ao longo deste período. Desde logo o SPAD S.VII durante a 1ºª Guerra Mundial até ao Thunderbolt F -47 após o segundo conflito mundial.
Aviões de construção francesa, britânica e americana foram utilizados por Portugal, incluindo os os famosos Hawker Fury e Hurricane, Spitfire ou Bell P -39 Airacobra.
Este livro, profusamente ilustrado, abrange todas essas aeronaves, detalhando o seu uso e pormenorizando as cores e marcas que utilizavam.
Há muitas fotografias e perfis coloridos com notas sobre o esquema de cores ou a ilustração de marcas nacionais. Um livro inestimável para entusiastas de aeronáutioca, historiadores e modelistas. (Tradução livre do inglês)
Boas leituras
Carlos Guerreiro
Tratam-se de obras de "não ficção", das quais ficam os títulos e as sinopses oficiais...
17 Cravos, de Andrew Morton
A Realeza, os Nazis e o Maior Complô da História.
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O plano era simples: A Alemanha invadiria a Grã-Bretanha e o duque de Windsor seria reposto no trono como rei-fantoche. Quando a invasão não se concretizou, o plano mudou e nasceu a Operação Willi: raptar os duques de Windsor enquanto estavam em Portugal, em 1940, como convidados do banqueiro Ricardo Espírito Santo Silva. Deste modo, a Alemanha teria dois reféns reais para forçar a Grã-Bretanha a ajoelhar-se.
Recorrendo a documentos do FBI, a fotografias e correspondência particulares, Andrew Morton narra a história repleta de aventura, intriga política, romance ilícito e traições familiares do duque de Windsor e da sua mulher, Wallis Simpson, de quem se dizia ter sido amante do ministro dos Negócios Estrangeiros alemão, Joachim von Ribbentrop, que lhe enviava 17 cravos para recordar o número de encontros amorosos.
A lista do padre Carreira, de António Marujo
A história desconhecida do Português que escondeu refugiados durante a Segunda Guerra Mundial
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António Marujo, duas vezes vencedor do Prémio Europeu de Jornalismo Religioso na Imprensa Não-Confessional, oferece-nos uma visão pormenorizada do homem e do momento histórico em que viveu, resultado de uma longa investigação iniciada em 2012 para o Público - e graças à qual foi «descoberta» esta notável figura portuguesa.
Apoiado por documentação inédita do próprio Colégio Português, o autor apresenta-nos um dos homens que, em conjunto com figuras como Aristides de Sousa Mendes, Oskar Schindler ou Irene Sendler, foi responsável pelo salvamento de centenas de vidas durante a Segunda Guerra Mundial.
Pelos seus feitos e coragem, a 15 de abril de 2015, 70 anos depois do final da Segunda Guerra Mundial, Joaquim Carreira foi tornado «Justo entre as Nações» pelo Yad Vashem, o Memorial do Holocausto de Jerusalém. Esta é a maior distinção para não-judeus que pode ser emitida em nome do Estado de Israel e do povo judeu, sendo uma honra atribuída apenas a heróis. Um destes heróis é o padre Joaquim Carreira, e esta é a sua biografia definitiva.
Portuguese Fighter Colours 1919-1956: Piston-Engine Fighters
De Luís Armando Tavares e Armando Jorge Soares
Esta obra descreve e ilustra as cores e as insígnias dos caças com motor de pistão que serviram as forças armadas Portuguesas entre o final da 1ª Guerra Mundial e a década de 1960.
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Este livro, profusamente ilustrado, abrange todas essas aeronaves, detalhando o seu uso e pormenorizando as cores e marcas que utilizavam.
Há muitas fotografias e perfis coloridos com notas sobre o esquema de cores ou a ilustração de marcas nacionais. Um livro inestimável para entusiastas de aeronáutioca, historiadores e modelistas. (Tradução livre do inglês)
Boas leituras
Carlos Guerreiro
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segunda-feira, 18 de julho de 2016
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Cerveja Cristal
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quinta-feira, 14 de julho de 2016
O périplo dos homens do "Alpha"
Os aviões alemães aproximaram-se de Sudeste largando bombas e disparando rajadas de metralhadora. Perante a intensidade do ataque o comandante ordenou de imediato o abandono da embarcação, “o que se conseguiu sem ter sido ferido tripulante algum, apesar do navio ter sido atingido por tiros e bombas”.
O ataque começara por volta das 13 horas e, enquanto os 21 homens se afastavam, o cargueiro continuou sob ataque da Luftwaffe até perto das três da tarde. Apesar de ter sido atingido várias vezes e ter ficado meio demolido só às 18 horas desapareceu no Mar do Norte. Estávamos a 15 de Julho de 1940 e o
ALPHA foi o primeiro navio português a ser afundado durante a II Guerra Mundial. Os tripulantes viram o navio desaparecer enquanto ficavam sozinhos na baleeira em mar aberto, sob as ordens do comandante José Ferreira de Oliveira, sabendo que ainda estavam longe de alcançar terra.
O vapor da Sociedade Luso-Marítima tinha saído de Lisboa com uma carga de “bananas a granel” no dia 10 de Julho, dia em que também recebera “no Consulado de Inglaterra, as Instruções secretas para a viagem” até Liverpool, no Reino Unido. A II Guerra Mundial começara há menos de um ano, mas a situação estratégica tinha mudado com a rendição da França. No dia em que o ALPHA iniciava a viagem, os alemães tinham também dado o sinal de partida para a Operação “Seelove” (Leão Marinho) que tinha por objectivo último a invasão do Reino Unido.
A primeira fase do plano tinha por objectivo destruir ou inutilizar as frotas mercante e de guerra dos britânicos, para além de incapacitar instalações portuárias através de ataques com navios de superfície, submarinos e aviões. Era o princípio da Batalha de Inglaterra e só semanas depois se registariam os intensos combates sobre os céus ingleses que ficariam como imagem deste período.
Quando o comandante Oliveira recebeu as ordens secretas de Londres para fazer a aproximação a Liverpool, os ingleses já não eram donos absolutos do Mar do Norte ou do Canal da Mancha. Com bases em França centenas de aviões e lanchas rápidas alemães patrulhavam os céus e os mares atacando alvos definidos ou de ocasião.
No dia 15 os alemães até realizaram menos voos que nos dias anteriores, mas no Alpha a preocupação foi crescendo após a primeira claridade da manhã, especialmente devido ao intenso tráfego de aviões, com alguns a descrever círculos sobre o cargueiro. Temendo ser confundido com algum navio beligerante Ferreira de Oliveira ordenou a substituição da bandeira que hasteava por outra maior comprada antes da saída de Lisboa.
De resto o navio cumpria todas as normas impostas pelas autoridades com o objectivo de ser facilmente identificado como neutral. Para além da bandeira em pano, tinha também as cores nacionais pintadas em ambos os lados do casco, local onde também se podia ler o nome do país em letras de grande dimensão.
Apesar do navio ter atraído as atenções dos aviões por mais de uma vez nenhum destes esboçou qualquer atitude agressiva ou mostrou intenção de estabelecer contacto. Só depois da uma da tarde, e sem aviso, ocorreu o ataque com oito aviões a descarregaram todo o seu poderio sobre o cargueiro.
Após abandonarem o navio os tripulantes dirigiram-se para sul, em direcção a uma França ocupada há poucas semanas pelos alemães, os mesmos que os haviam atacado. Dois dias depois ainda remavam em mar alto quando foram avistados pela “Reine des Fleurs”, uma chalupa francesa que os rebocou até Audierne onde aportaram a meio da manhã.
A chegada a terra não significou o fim das incertezas para a tripulação portuguesa. Os franceses entregaram-nos à autoridade militar alemã, que teve pressa em os interrogar. Quando os portugueses pediram para que fosse contactado um cônsul português, os alemães asseguraram que no dia seguinte seriam levados a Brest, onde existia um consulado. A promessa nunca foi cumprida.
Acompanhados por dois sargentos do exército alemão realizaram nos dias seguintes um périplo de comboio por várias cidades francesas. Passaram por Quimper, Nantes, Bordéus e finalmente Hendaia, onde só chegaram no dia 21, viajando em condições que o comandante português considerou pouco dignas. Os alemães nunca fizeram “distinção entre oficiais e tripulantes, (…) seguindo sempre todos juntos e em terceira classe, comendo uma refeição por dia e dormindo em enxergas no chão”. Na última cidade francesa dormiram “por favor do chefe de estação em um vagão”.
Em Hendaia dirigiram-se ao comando local do exército alemão na esperança de que estes facilitassem o transporte para Espanha, mas nada conseguiram, e o mesmo aconteceu no consulado de Espanha para onde se dirigiram de seguida.
A custo conseguiram bilhetes de comboio e no dia 22 atravessaram a fronteira chegando a Irún onde finalmente encontraram a protecção do cônsul português e de onde conseguiram avisar Lisboa da sua sorte.
Seria o cônsul a encaminhá-los para San Sebastian de onde conseguiram partir, finalmente, para Lisboa onde conseguiram chegar no dia 25 pelas 8 horas da manhã…
Carlos Guerreiro
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| Antes de ser comprado pela Sociedade Luso-Marítima que o chamou de "Alpha", o navio chamava-se-se "Ibo". Pormenor de postal ilustrado. (Imagem: Blogue "Navios e Navegadores") |
O ataque começara por volta das 13 horas e, enquanto os 21 homens se afastavam, o cargueiro continuou sob ataque da Luftwaffe até perto das três da tarde. Apesar de ter sido atingido várias vezes e ter ficado meio demolido só às 18 horas desapareceu no Mar do Norte. Estávamos a 15 de Julho de 1940 e o
ALPHA foi o primeiro navio português a ser afundado durante a II Guerra Mundial. Os tripulantes viram o navio desaparecer enquanto ficavam sozinhos na baleeira em mar aberto, sob as ordens do comandante José Ferreira de Oliveira, sabendo que ainda estavam longe de alcançar terra.
O vapor da Sociedade Luso-Marítima tinha saído de Lisboa com uma carga de “bananas a granel” no dia 10 de Julho, dia em que também recebera “no Consulado de Inglaterra, as Instruções secretas para a viagem” até Liverpool, no Reino Unido. A II Guerra Mundial começara há menos de um ano, mas a situação estratégica tinha mudado com a rendição da França. No dia em que o ALPHA iniciava a viagem, os alemães tinham também dado o sinal de partida para a Operação “Seelove” (Leão Marinho) que tinha por objectivo último a invasão do Reino Unido.
A primeira fase do plano tinha por objectivo destruir ou inutilizar as frotas mercante e de guerra dos britânicos, para além de incapacitar instalações portuárias através de ataques com navios de superfície, submarinos e aviões. Era o princípio da Batalha de Inglaterra e só semanas depois se registariam os intensos combates sobre os céus ingleses que ficariam como imagem deste período.
Quando o comandante Oliveira recebeu as ordens secretas de Londres para fazer a aproximação a Liverpool, os ingleses já não eram donos absolutos do Mar do Norte ou do Canal da Mancha. Com bases em França centenas de aviões e lanchas rápidas alemães patrulhavam os céus e os mares atacando alvos definidos ou de ocasião.
No dia 15 os alemães até realizaram menos voos que nos dias anteriores, mas no Alpha a preocupação foi crescendo após a primeira claridade da manhã, especialmente devido ao intenso tráfego de aviões, com alguns a descrever círculos sobre o cargueiro. Temendo ser confundido com algum navio beligerante Ferreira de Oliveira ordenou a substituição da bandeira que hasteava por outra maior comprada antes da saída de Lisboa.
De resto o navio cumpria todas as normas impostas pelas autoridades com o objectivo de ser facilmente identificado como neutral. Para além da bandeira em pano, tinha também as cores nacionais pintadas em ambos os lados do casco, local onde também se podia ler o nome do país em letras de grande dimensão.
Apesar do navio ter atraído as atenções dos aviões por mais de uma vez nenhum destes esboçou qualquer atitude agressiva ou mostrou intenção de estabelecer contacto. Só depois da uma da tarde, e sem aviso, ocorreu o ataque com oito aviões a descarregaram todo o seu poderio sobre o cargueiro.
Após abandonarem o navio os tripulantes dirigiram-se para sul, em direcção a uma França ocupada há poucas semanas pelos alemães, os mesmos que os haviam atacado. Dois dias depois ainda remavam em mar alto quando foram avistados pela “Reine des Fleurs”, uma chalupa francesa que os rebocou até Audierne onde aportaram a meio da manhã.
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| Notícia do "Diário de Lisboa" de 25 de Julho de 1940. (Fundação Mário Soares) |
Acompanhados por dois sargentos do exército alemão realizaram nos dias seguintes um périplo de comboio por várias cidades francesas. Passaram por Quimper, Nantes, Bordéus e finalmente Hendaia, onde só chegaram no dia 21, viajando em condições que o comandante português considerou pouco dignas. Os alemães nunca fizeram “distinção entre oficiais e tripulantes, (…) seguindo sempre todos juntos e em terceira classe, comendo uma refeição por dia e dormindo em enxergas no chão”. Na última cidade francesa dormiram “por favor do chefe de estação em um vagão”.
Em Hendaia dirigiram-se ao comando local do exército alemão na esperança de que estes facilitassem o transporte para Espanha, mas nada conseguiram, e o mesmo aconteceu no consulado de Espanha para onde se dirigiram de seguida.
A custo conseguiram bilhetes de comboio e no dia 22 atravessaram a fronteira chegando a Irún onde finalmente encontraram a protecção do cônsul português e de onde conseguiram avisar Lisboa da sua sorte.
Seria o cônsul a encaminhá-los para San Sebastian de onde conseguiram partir, finalmente, para Lisboa onde conseguiram chegar no dia 25 pelas 8 horas da manhã…
Carlos Guerreiro
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quarta-feira, 13 de julho de 2016
O afundamento do "Alpha"
Em 15 de Agosto de 1940 afundava-se no Mar do Norte o "Alpha", um cargueiro português, que se dirigia para Liverpool, no Reino Unido.
Apesar da intensidade do ataque, realizado por aviões alemães, não se registaram vítimas. A tripulação não teve, no entanto, vida facilitada para regressar a Portugal....
Amanhã, aqui no Aterrem em Portugal, contamos toda a história...
- A história do ALPHA foi publicada no dia 14 de Julho de 2016 e pode ser encontrada AQUI.
Carlos Guerreiro
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| Notícia publicada no Jornal "Diário de Lisboa, de 24 de Julho de 1940. |
Amanhã, aqui no Aterrem em Portugal, contamos toda a história...
- A história do ALPHA foi publicada no dia 14 de Julho de 2016 e pode ser encontrada AQUI.
Carlos Guerreiro
segunda-feira, 4 de julho de 2016
«Escaparate de Utilidades»
Estoril,Costa do Sol
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segunda-feira, 27 de junho de 2016
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Saltratos Rodel
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