António Fragoeiro e Cláudia Ribeiro acompanham entre os dias 30 de Maio e 3 de Junho o "D-Day Festival" que decorre na Normandia para lembrar os desembarques dos aliados em Junho de 1944. Sempre que possível deixam no Aterrem em Portugal! notas sobre a sua viagem...
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Este blogue utiliza português que respeita o período pré-acordo ortográfico.
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domingo, 4 de junho de 2017
«D-Day Festival»
O cemitério americano na Normandia
O Cemitério Americano na Normandia, localizado em Colleville-sur- Mer, foi construído em 1956 e acolhe os corpos de cerca de 9300 militares americanos, recordando -se ainda os nomes de mais de 1500 desaparecidos.
António Fragoeiro e Cláudia Ribeiro acompanham entre os dias 30 de Maio e 3 de Junho o "D-Day Festival" que decorre na Normandia para lembrar os desembarques dos aliados em Junho de 1944. Sempre que possível deixam no Aterrem em Portugal! notas sobre a sua viagem...
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D-Day Festival. António Fragoeiro
sábado, 3 de junho de 2017
«D-Day Festival»
Porque o Dia Mais Longo também foi morte
O número de baixas - mortos, feridos, prisioneiros e desaparecidos - durante o Dia D e nas semanas seguintes, naquilo que ficou conhecido como a Batalha da Normandia, ainda são assunto de discussão entre os especialistas.
Durante anos referiram-se cerca de dez mil baixas entre os aliados no dia 6 de Junho, dos quais cerca de 2500 eram mortos. Há alguns anos foi feito um trabalho mais apurado, unidade a unidade, que fez subir o número de óbitos entre os aliados para cerca de 4400. Entre os alemães as baixas no dia do desembarque são mais difíceis de calcular devido à confusão que se instalou nos dias seguintes, mas os números apontam para quatro a nove mil homens.
No final da Batalha da Normandia, que começou a 6 de Junho e se prolongou até meio de Julho, este número cresceu de forma substancial calculando-se o número de baixas em 120 mil para os aliados e 113 mil para os alemães.
Durante anos referiram-se cerca de dez mil baixas entre os aliados no dia 6 de Junho, dos quais cerca de 2500 eram mortos. Há alguns anos foi feito um trabalho mais apurado, unidade a unidade, que fez subir o número de óbitos entre os aliados para cerca de 4400. Entre os alemães as baixas no dia do desembarque são mais difíceis de calcular devido à confusão que se instalou nos dias seguintes, mas os números apontam para quatro a nove mil homens.
No final da Batalha da Normandia, que começou a 6 de Junho e se prolongou até meio de Julho, este número cresceu de forma substancial calculando-se o número de baixas em 120 mil para os aliados e 113 mil para os alemães.
Cemitério Alemão de La Cambe. Um dos seis cemitérios de guerra
alemães que existem na Normandia.
Mais de 21 mil militares estão aqui sepultados.
Sinais dos combates no interior do Castelo de Caen.
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sexta-feira, 2 de junho de 2017
«D-Day Festival»
Por Utah Beach
Utah beach foi o nome de código dado às praias que se encontram na zona de Poupeville, na Península de Contentin. Tratou-se de um alvo atribuído às forças americanas e integrava-se num plano mais vasto que pretendia tornar a península uma zona aliada evitando a chegada de reforços alemães.
Para além das forças desembarcadas foram também lançados cerca de 14 mil paraquedistas atrás das linhas - os combates em Saint- Mère- Eglise fizeram parte deste assalto. Os aliados perderam nos combates que se seguiram cerca de 2400 homens. O número de baixas alemãs não são conhecidas.
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Para além das forças desembarcadas foram também lançados cerca de 14 mil paraquedistas atrás das linhas - os combates em Saint- Mère- Eglise fizeram parte deste assalto. Os aliados perderam nos combates que se seguiram cerca de 2400 homens. O número de baixas alemãs não são conhecidas.
Monumento que recorda os mortos da 1ª Brigada Especial
de Engenharia do Exército Americano.
Memorial americano que recorda os
que combateram em Utah Beach.
Aspectos de Utah Beach.
Diversas vistas dos bunkers alemães que alojavam as baterias navais
de Azeville, também localizadas na Península de Contentin.
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D-Day Festival. António Fragoeiro
quinta-feira, 1 de junho de 2017
«D-Day Festival»
Pelas memórias do desembarque
Com a aproximação da data que recorda os 73 anos do desembarque encontra-se um número crescente de pessoas que estão na Normandia para assistir às cerimónias desse dia. Para além dos testemunhos silenciosos que se mantêm nas praias e nos locais onde ficaram após a invasão, podem também encontrar-se muitas viaturas recuperadas por entusiastas...
Jipes americanos restaurados em Longues-Sur-Mer.
Viaturas americanas restauradas dos anos 40 em Saint-Mère-Église.
Vistas exteriores de bunkers com baterias de artilharia alemãs
em Longue-Sur-Mer.
Interior de um bunker com bateria em Longue-Sur-Mer.
Restos dos pontões aliados que após a invasão serviram
como porto artificial para assegurar o abastecimento
das tropas que avançavam pela Normandia.
Estes vestígios podem encontrar-se em Arromanches.
Vistas da praia de Arromanches. Aqui não se registaram desembarques
porque os aliados queriam manter as infraestruturas intactas
para as poderem utilizar quando instalassem os pontões .
Igreja de Saint-Mère-Église. No topo encontra-se um paraquedas
para homenagear os paraquedistas americanos que aqui aterram
na madrugada de 6 de Junho de 1944.
Lavrava um intenso incêndio na localidade que iluminou
os homens que vinham a descer, transformando-os
em alvos para os alemães. Outros caíram no meio do fogo.
John Steele, um militar americano, ficou pendurado no topo da igreja
e fez-se de morto, enquanto os alemães atiravam contra os que caiam
e os que ficavam presos nas árvores ou noutros edifícios.
O paraquedas no topo da torre é um memorial
aos que morreram nesse dia.
Memorial em Saint-Mère-Église aos paraquedistas americanos.
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«D-Day Festival»
Junto à praia de Omaha
A Praia de Omaha foi uma das praias onde desembarcaram forças americanas no dia 6 de Junho de 1944 e é um dos centros das cerimónias que vão ter lugar nos próximos dias,
Memorial recordando as baixas da 1ª Divisão americana em Collville-sur-Mer.
Collville-sur-Mer é a loclaidade mais próxima da Praia de Omaha.
Militares holandeses preparam as cerimónias de 6 de Junho.
Rangers americanos.
Um dos bunkers alemães construídos na Praia de Omaha.
Estas duas imagens mostram o interior de um bunker em Omaha.
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quarta-feira, 31 de maio de 2017
«D-Day Festival»
Chegam os primeiros veteranos
Continua a viagem pelos locais que marcaram o desembarque do Dia D em 6 de Junho e 1944. Foi possível encontrar veteranos que se estão a reunir para recordar este dia, para além de estarem a tomar posição forças militares de diversos países...
Chegada de um grupo de veteranos em Saint-Mère-Église,
uma localidade da baixa Normandia
onde se registaram intensos combates entre soldados
alemães e paraquedistas americanos.
Registava-se um grande incêndio urbano em Saint-Mère-Église
o que revelou a descida dos paraquedistas e os tornou alvos fáceis.
Vários caíram no meio das chamas e outros foram abatidos
quando ficaram presos em postes, árvores ou casas.
Canhão alemão Flack 88 localizada em Arromanches. Foi uma das armas mais famosas da II Guerra Mundial. Desenhada inicialmente para ser utilizada como antiaérea revelou-se uma destruidora de tanques de grande eficácia.
Mais uma perspectiva do Flak 88 numa praça de Arromanches.
Viaturas dos paraquedistas holandeses que vão participar nas cerimónias deste ano.
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«D-Day Festival»
Numa manhã em Juno Beach
Juno Beach foi o nome de código dado pelos aliados à zona de praia que se estende de Courseulles a Saint-Aubin-Sur-Mer. Foi nesse local que desembarcaram na manhã de 6 de Junho de 1944, as forças Canadianas. Para recordar o acontecimento existem vários memoriais nas imediações. estes são apenas alguns deles...
Juno Beach.
Carro de combate Sherman, um blindado de construção americana
utilizado pelos aliados durante e após o Dia-D.
Um canhão alemão que testemunha a violência dos combates.
Monumento em Courseulles, onde se recorda o desembarque,
na localidade, de Charles De Gaulle.
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