Presentes estiveram autoridades locais, representantes da comunidade alemã da região e também militares alemães.
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sábado, 13 de julho de 2013
Cerimónias em Aljezur
Realizou-se esta manhã, em Aljezur, junto às campas dos aviadores alemães mortos em Julho de 1943 num combate aérea, uma pequena cerimónia com o objectivo de recordar todos aqueles que morreram durante a 2ª Guerra Mundial...
Presentes estiveram autoridades locais, representantes da comunidade alemã da região e também militares alemães.
Presentes estiveram autoridades locais, representantes da comunidade alemã da região e também militares alemães.
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José Augusto Rodrigues
sexta-feira, 12 de julho de 2013
Aviadores estrangeiros mortos em Portugal
Em Aljezur recordam-se amanhã os sete aviadores alemães que morreram durante a II Guerra Mundial. Para além da homenagem junto às campas e do lançamento de um livro onde é descrita a batalha, será também inaugurada uma exposição sobre o tema.
A Associação de Defesa do Património Histórico e Arqueológico de Aljezur, que tem feito um importante trabalho na preservação e divulgação desta história, solicitou-me a colaboração para a elaboração de um dos vários painéis que integram este evento.
Assim o dia 13 de Julho de 2013 vai servir para recordar também mais de uma centena de aviadores estrangeiros que morreram ao longo de todo o país durante a 2ª Guerra Mundial.
Portugal é referido por muitos aviadores, que aqui terminaram as suas viagens durante a 2ª Guerra Mundial, como um paraíso no meio do caos, mas nem todos tiveram a sorte de sair com vida dos desastres em que estiveram envolvidos.
Avarias diversas, combates aéreos e aeronavais ou erros de pilotagem estiveram na origem de uma lista que inclui pelo menos uma vintena de situações e mais de uma centena de vítimas mortais.
Esta lista não incluí os mortos civis em dois desastres que tiveram lugar no Tejo (ver AQUI), nem alguns outros aparelhos alemães que desapareceram durante patrulhas ao longo da nossa costa. A relação destes últimos não está ainda concluída.
De fora ficaram também os casos mortais nas ilhas dos Açores e da Madeira.
O que o blogue apresenta é um mapa multimédia semelhante ao que será apresentado na exposição. Os marcadores apontam para as localizações aproximadas dos diversos incidentes.
Ao passar a seta do rato sobre os apontadores vermelhos surgirá informação sobre a data, local, nomes dos tripulantes entre outros dados relevantes.
Os marcadores sombreados a cinzento têm também fotografias. Se passar a seta do rato sobre essas zonas mais escuras poderá, por exemplo, conhecer a face de um dos homens que morreu…
Um bom fim de semana
Carlos Guerreiro
A Associação de Defesa do Património Histórico e Arqueológico de Aljezur, que tem feito um importante trabalho na preservação e divulgação desta história, solicitou-me a colaboração para a elaboração de um dos vários painéis que integram este evento.
Assim o dia 13 de Julho de 2013 vai servir para recordar também mais de uma centena de aviadores estrangeiros que morreram ao longo de todo o país durante a 2ª Guerra Mundial.
Portugal é referido por muitos aviadores, que aqui terminaram as suas viagens durante a 2ª Guerra Mundial, como um paraíso no meio do caos, mas nem todos tiveram a sorte de sair com vida dos desastres em que estiveram envolvidos.
Avarias diversas, combates aéreos e aeronavais ou erros de pilotagem estiveram na origem de uma lista que inclui pelo menos uma vintena de situações e mais de uma centena de vítimas mortais.
Mapa com as localizações aproximadas dos incidentes mortais envolvendo aviões beligerantes estrangeiros durante a 2ª Guerra Mundial.
Passe a seta do rato sobre os apontadores vermelhos para ver informação.
Nos marcadores mais escuros encontra fotografias.
Esta lista não incluí os mortos civis em dois desastres que tiveram lugar no Tejo (ver AQUI), nem alguns outros aparelhos alemães que desapareceram durante patrulhas ao longo da nossa costa. A relação destes últimos não está ainda concluída.
De fora ficaram também os casos mortais nas ilhas dos Açores e da Madeira.
O que o blogue apresenta é um mapa multimédia semelhante ao que será apresentado na exposição. Os marcadores apontam para as localizações aproximadas dos diversos incidentes.
Ao passar a seta do rato sobre os apontadores vermelhos surgirá informação sobre a data, local, nomes dos tripulantes entre outros dados relevantes.
Os marcadores sombreados a cinzento têm também fotografias. Se passar a seta do rato sobre essas zonas mais escuras poderá, por exemplo, conhecer a face de um dos homens que morreu…
Um bom fim de semana
Carlos Guerreiro
quinta-feira, 11 de julho de 2013
Sábado em Aljezur
É já no próximo fim-de-semana que é lançada nova edição do livro sobre a batalha de Aljezur…
Para além deste momento o dia será preenchido com a inauguração de uma exposição e de uma cerimónia junto às campas dos aviadores.
Pode ver todo o programa AQUI...
Até lá
Carlos Guerreiro
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quarta-feira, 10 de julho de 2013
Onde o mar esconde o que voa
A edição portuguesa da National Geographic lança este mês um olhar sobre o trabalho do Major João Carlos Ferreira que, o ano passado, coligiu uma longa lista de “naufrágios aéreos” que tiveram lugar na nossa costa enquanto tentava também criar as bases para um protocolo que defina os caminhos a seguir sempre que um destroço deste tipo seja descoberto...
Fica o resumo do texto deste trabalho, que ocupa duas páginas da edição, e onde também é possível visualizar um mapa com o registo de alguns dos acidentes que envolveram aeronaves sobre o mar:
“Associamos a ideia de naufrágio aos milhares de embarcações que construíram a aventurosa história da navegação humana, mas, até 2012, pouco tinha sido feito para apurar quantas e quais as aeronaves caídas em meio aquático durante o século XX.
O major João Carlos Ferreira, da Força Aérea, coligiu desde 2011 numa base de dados todos os incidentes que encontrou e o seu registo português de aeronaves afundadas tem já mais de cem entradas. O avião aqui ilustrado tem uma história peculiar.
Durante a Segunda Guerra Mundial, a Grã-Bretanha cedeu a Portugal algumas dezenas de Hurricanes, recompensando o país pelo apoio concedido nas bases dos Açores. Dois desses aviões, já pintados com as cores nacionais, viriam a cair no mar.
Em 2005, um pescador da Figueira da Foz trouxe agarrada às redes a asa do Hurricane n.º 559. E assim se escreveu mais uma página do livro da aviação nacional.”
Bons voos por estas páginas...
Carlos Guerreiro
Fica o resumo do texto deste trabalho, que ocupa duas páginas da edição, e onde também é possível visualizar um mapa com o registo de alguns dos acidentes que envolveram aeronaves sobre o mar:
“Associamos a ideia de naufrágio aos milhares de embarcações que construíram a aventurosa história da navegação humana, mas, até 2012, pouco tinha sido feito para apurar quantas e quais as aeronaves caídas em meio aquático durante o século XX.
O major João Carlos Ferreira, da Força Aérea, coligiu desde 2011 numa base de dados todos os incidentes que encontrou e o seu registo português de aeronaves afundadas tem já mais de cem entradas. O avião aqui ilustrado tem uma história peculiar.
Durante a Segunda Guerra Mundial, a Grã-Bretanha cedeu a Portugal algumas dezenas de Hurricanes, recompensando o país pelo apoio concedido nas bases dos Açores. Dois desses aviões, já pintados com as cores nacionais, viriam a cair no mar.
Em 2005, um pescador da Figueira da Foz trouxe agarrada às redes a asa do Hurricane n.º 559. E assim se escreveu mais uma página do livro da aviação nacional.”
Bons voos por estas páginas...
Carlos Guerreiro
segunda-feira, 8 de julho de 2013
«Escaparate de Utilidades»
VERAMON , CONTRA DORES DE CABEÇA
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sexta-feira, 5 de julho de 2013
Os ingleses apreendem o Carvalho Araújo
No dia 9 de Julho de 1942 o navio Carvalho Araújo foi abordado por um patrulha britânico e desviado para Gibraltar onde foi alvo de inspecções diversas com o objectivo de localizar contrabando.
Este não seria o único navio português alvo deste tipo de acções.
No Carvalho Araújo seguia Gabriel Correia, então com 15 anos. Neste trabalho ele conta a aventura que viveu durante aqueles dias.
Refere como aconteceu a abordagem, os problemas de abastecimento, a forma como decorreu a inspecção e o que ia acontecendo em Gibraltar…
São pouco menos de 15 minutos de conversa que fazem também um retrato da época.
Apesar do calor convidar a outras voltas… deixo esta sugestão para o fim de semana.
Carlos Guerreiro
Este não seria o único navio português alvo deste tipo de acções.
Postal com fotografia do Carvalho Araújo.
(imagem cedida por Gabriel Correia)
No Carvalho Araújo seguia Gabriel Correia, então com 15 anos. Neste trabalho ele conta a aventura que viveu durante aqueles dias.
Refere como aconteceu a abordagem, os problemas de abastecimento, a forma como decorreu a inspecção e o que ia acontecendo em Gibraltar…
São pouco menos de 15 minutos de conversa que fazem também um retrato da época.
Apesar do calor convidar a outras voltas… deixo esta sugestão para o fim de semana.
Carlos Guerreiro
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segunda-feira, 1 de julho de 2013
«Escaparate de Utilidades»
TURBANTE CLIPERS
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