A Lisboa da 2ª Guerra Mundial é agora destino para turistas britânicos, uma iniciativa que envolve o autor Neil Lochery e os hóteis do grupo Tivoli.
A “Lisbon WWII Tour” terá como guia o próprio Neil Lochery que durante dois dias vai acompanhar os grupos de turistas por vários locais que assumiram especial importância durante o período da guerra.
O objectivo é trazer grupos de até 20 pessoas a Lisboa.
O programa, que ronda os 800 Euros por pessoa, incluí a dormida, a alimentação e passeios por Sintra e por Lisboa, com paragens na Gulbenkian, Belém e Mosteiro dos Jerónimos.
No pacote está ainda incluída – como não podia deixar de ser - uma noite de fados.
Neil Lochery é autor do livro “Lisboa, A guerra nas Sombras da Cidade da Luz”, editado o ano passado pela “Presença” e onde é feito um retrato da capital portuguesa durante o período da guerra.
O autor já tinha promovido, em Lisboa, também uma exposição de fotografias com as imagens da Lisboa dos anos 40 que o tinham impressionado.
Mais informações podem ser obtidas no site autor que se encontra AQUI.
Carlos Guerreiro
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quinta-feira, 17 de outubro de 2013
Turistas descobrem Lisboa da 2ª Guerra
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quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013
História do Volfrâmio à “cata” de turistas
O Volfrâmio serviu, durante a II Guerra Mundial, para ajudar o país a enriquecer e agora pode contribuir para algumas zonas criarem polos de atracção turística, num projecto que atravessa fronteiras e que pode criar uma rota que passa por explorações em Portugal, Espanha e França.
A informação foi avançada pelo “Diário as Beiras” nos últimos dias e aponta várias entidades da zona de Arouca como estando envolvidas neste projecto, que também prevê a possibilidade de criar uma imagem de marca que reúna todas as explorações envolvidas.
A exploração do Volfrâmio foi uma das actividades mais lucrativas do país ao longo da Guerra, com o preço deste minério a ultrapassar o do ouro, numa altura em que o fornecimento da indústria bélica alemã era assegurado quase na íntegra por Portugal e Espanha.
O Volfrâmio serve para tornar o aço mais resistente.
Do período das grandes explorações de volfrâmio, nomeadamente no concelho de Arouca entre outros, ficaram muitas histórias e lendas que se foram perpetuando ao longo dos anos seguintes.
Roubo, tráfico, batalhas campais, condições de trabalho miseráveis, fortunas construídas e destruídas são apenas algumas das expressões que surgem quando se fala destas explorações entre 1940 e 1944.
No ano passado o “Aterrem em Portugal” recuperou histórias e também alguns livros sobre o tema (ver AQUI) e vai regressar ao assunto no próximo mês com uma entrevista ao professor Avelãs Nunes, que realizou um mestrado onde abordou este assunto e posteriormente publicou os resultados em livro.
Por agora fica a notícia do Diário “As Beiras”:
Arouca lidera processo internacional de criação da Rota do Volfrâmio na Europa
Por António Alves
Várias entidades com ligação a Arouca estão a trabalhar em conjunto para a criação da Rota do Volfrâmio na Europa, que, em fase de candidatura, envolve já 14 explorações mineiras em Portugal, Espanha e França.
José Artur Neves, presidente da Câmara Municipal de Arouca, reconhece que a esses polos mineiros já estão associados vários produtos turísticos individuais, desenvolvidos localmente, mas diz à Lusa que “ainda não há nenhuma rota patrimonial que tenha o efetivo reconhecimento do Instituto Europeu de Itinerários Culturais”.
Esse “carimbo oficial” tem a vantagem de “facilitar o acesso a fundos comunitários para projetos de investimento turístico” e é por ele que a autarquia vem colaborando com a Associação para o Desenvolvimento Rural Integrado das Serras do Montemuro, Arada e Gralheira (ADRIMAG), e também com a Associação Geoparque de Arouca e com o Instituto Superior de Ciências Empresariais e Turismo.
Carminda Gonçalves, a técnica da ADRIMAG que supervisiona o processo, explica que o objetivo é definir, a partir das antigas minas de Rio de Frades e Regoufe, ambas em Arouca, “um percurso internacional que faça a ligação entre todos os polos da indústria de exploração do volfrâmio”.
(...)
Leia o resto o resto da notícia AQUI.
A informação foi avançada pelo “Diário as Beiras” nos últimos dias e aponta várias entidades da zona de Arouca como estando envolvidas neste projecto, que também prevê a possibilidade de criar uma imagem de marca que reúna todas as explorações envolvidas.
Exposição sobre as rotas do Volfrâmio - Fotografia diário "As Beiras".
A exploração do Volfrâmio foi uma das actividades mais lucrativas do país ao longo da Guerra, com o preço deste minério a ultrapassar o do ouro, numa altura em que o fornecimento da indústria bélica alemã era assegurado quase na íntegra por Portugal e Espanha.
O Volfrâmio serve para tornar o aço mais resistente.
Do período das grandes explorações de volfrâmio, nomeadamente no concelho de Arouca entre outros, ficaram muitas histórias e lendas que se foram perpetuando ao longo dos anos seguintes.
Roubo, tráfico, batalhas campais, condições de trabalho miseráveis, fortunas construídas e destruídas são apenas algumas das expressões que surgem quando se fala destas explorações entre 1940 e 1944.
No ano passado o “Aterrem em Portugal” recuperou histórias e também alguns livros sobre o tema (ver AQUI) e vai regressar ao assunto no próximo mês com uma entrevista ao professor Avelãs Nunes, que realizou um mestrado onde abordou este assunto e posteriormente publicou os resultados em livro.
Por agora fica a notícia do Diário “As Beiras”:
Arouca lidera processo internacional de criação da Rota do Volfrâmio na Europa
Por António Alves
Várias entidades com ligação a Arouca estão a trabalhar em conjunto para a criação da Rota do Volfrâmio na Europa, que, em fase de candidatura, envolve já 14 explorações mineiras em Portugal, Espanha e França.
José Artur Neves, presidente da Câmara Municipal de Arouca, reconhece que a esses polos mineiros já estão associados vários produtos turísticos individuais, desenvolvidos localmente, mas diz à Lusa que “ainda não há nenhuma rota patrimonial que tenha o efetivo reconhecimento do Instituto Europeu de Itinerários Culturais”.
Esse “carimbo oficial” tem a vantagem de “facilitar o acesso a fundos comunitários para projetos de investimento turístico” e é por ele que a autarquia vem colaborando com a Associação para o Desenvolvimento Rural Integrado das Serras do Montemuro, Arada e Gralheira (ADRIMAG), e também com a Associação Geoparque de Arouca e com o Instituto Superior de Ciências Empresariais e Turismo.
Carminda Gonçalves, a técnica da ADRIMAG que supervisiona o processo, explica que o objetivo é definir, a partir das antigas minas de Rio de Frades e Regoufe, ambas em Arouca, “um percurso internacional que faça a ligação entre todos os polos da indústria de exploração do volfrâmio”.
(...)
Leia o resto o resto da notícia AQUI.
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