Diário de Notícias, 24 de Novembro de 1941
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segunda-feira, 26 de novembro de 2018
segunda-feira, 9 de junho de 2014
«Escaparate de Utilidades»
Creme Solicreme
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segunda-feira, 2 de junho de 2014
«Escaparate de Utilidades»
Salão Anita (4)
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segunda-feira, 28 de abril de 2014
«Escaparate de Utilidades»
Fogareiros Vacuum
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segunda-feira, 21 de abril de 2014
«Escaparate de Utilidades»
Candeeiros Duartes
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segunda-feira, 17 de março de 2014
«Escaparate de Utilidades»
Remendos Vulcalino-Patente
segunda-feira, 3 de março de 2014
«Escaparate de Utilidades»
Tissot, O Relógio Antimagnético
segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014
«Escaparate de Utilidades»
Favacau "A Mariazinha"
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segunda-feira, 27 de janeiro de 2014
«Escaparate de Utilidades»
Gravação de Discos
segunda-feira, 14 de outubro de 2013
«Escaparate de Utilidades»
Reparações Rema-Rádio
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quinta-feira, 9 de maio de 2013
O fim da guerra pelos jornais...
Os jornais portugueses que saem ao fim do dia 7 já trazem estampada na primeira página a notícia do final da guerra.
Os matutinos trouxeram mais desenvolvimentos no dia seguinte e a notícia do fim do conflito e as suas consequências vão continuar a merecer a atenção dos periódicos.
O “Aterrem em Portugal” traz-lhe as primeiras páginas de seis jornais portugueses daquele período.
No caso dos vespertinos trazemos os jornais dos dias 7 e 8, enquanto no caso dos matutinos as datas em referência são as dos dias 8 e 9.
Boas leituras…
Carlos Guerreiro
Os matutinos trouxeram mais desenvolvimentos no dia seguinte e a notícia do fim do conflito e as suas consequências vão continuar a merecer a atenção dos periódicos.
O “Aterrem em Portugal” traz-lhe as primeiras páginas de seis jornais portugueses daquele período.
No caso dos vespertinos trazemos os jornais dos dias 7 e 8, enquanto no caso dos matutinos as datas em referência são as dos dias 8 e 9.
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| O vespertino "República" dos dias 7 e 8 de Maio de 1945. (Hemeroteca de Lisboa) |
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| O também vespertino "Diário de Lisboa" dos dias 7 e 8 de Maio de 1945. (Fundação Mário Soares) |
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| O "Diário da Manhã" era o jornal da União Nacional. Fica a edição dos dias 8 e 9 de Maio de 1945. (Hemeroteca de Lisboa) |
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| Os títulos do "Diário de Notícias" dos dias 8 e 9 de Maio de 1945. (Hemeroteca de Lisboa) |
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| O periódico do Porto "Jornal de Notícias" dos dias 8 e 9 de Maio de 1945. (Hemeroteca de Lisboa) |
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| Os títulos do "Século" nos dias 8 e 9 de Maio de 1945. (Hemeroteca de Lisboa) |
Carlos Guerreiro
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Para ler mais sobre o dia da VITÓRIA ALIADA clique AQUI.
segunda-feira, 29 de abril de 2013
«Escaparate de Utilidades»
FERNANDO PESSA, A VOZ DE LONDRES
Jornal "Diário de Notícias", 6 de Fevereiro de 1941.
(Hemeroteca de Lisboa)
Há onze anos morria o centenário Fernando Pessa.
Durante a II Guerra foi a voz das emissões da BBC em português (ver AQUI), uma imagem que se colou a Pessa até ao final da vida…
Fica um anúncio da Philips de 1941, onde a imagem do locutor e da marca se misturam…
Uma boa semana...
Carlos Guerreiro
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segunda-feira, 8 de abril de 2013
«Escaparate de Utilidades»
RECEPTORES POPULARES EMERSON
segunda-feira, 25 de março de 2013
«Escaparate de Utilidades»
CANETA PARKER
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segunda-feira, 18 de março de 2013
«Escaparate de Utilidades»
CONCERTAM-SE CANETAS
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segunda-feira, 26 de novembro de 2012
«Escaparate de Utilidades»
FÓSFOROS CARAVELA
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segunda-feira, 12 de novembro de 2012
«Escaparate de Utilidades»
RÁDIO-GRAMOFONES HMV
segunda-feira, 5 de novembro de 2012
«Escaparate de Utilidades»
MÁQUINA DE COSTURA NAUMANN
sábado, 17 de dezembro de 2011
Uma "doce" herança da II Guerra Mundial
Os rebuçados Dr. Bayard são são mais um exemplo das "heranças" que ficaram no país após a II Guerra Mundial. Fica a reportagem de Rui Pedro Antunes no "Diário de Notícias"...
Amigos do peito há mais de sessenta anos
por RUI PEDRO ANTUNES
16-12-2011
Dr. Bayard. Numa pequena fábrica da Amadora são produzidas três toneladas de rebuçados todos os dias. A culpa é da II Guerra Mundial.
Os dedos franzinos de José António Matias, ainda criança, habituaram-se desde cedo a enrolar rebuçados com a cara Dr. Bayard. A história do agora proprietário e gerente da fábrica confunde-se com a dos famosos rebuçados peitorais. Os doces, no entanto, "já eram conhecidos" quando José António nasceu. Foi o pai, Álvaro Matias, quem construiu a pulso a marca Dr. Bayard.
Tudo começou com a Segunda Guerra Mundial. Em 1939, Álvaro trabalhava numa mercearia da capital, quando conheceu um farmacêutico francês refugiado em Lisboa: o dr. Bayard. O gaulês julgava ficar pouco tempo em Portugal, mas a guerra prolongou-se e Bayard encontrou em Álvaro um amigo que lhe facilitava o acesso à comida numa altura em que esta era racionada.
"O meu pai servia de cicerone e levava o casal Bayard a visitar Lisboa e as redondezas ao fim-de-semana", conta José António. Foi o início de uma grande amizade. Com o fim da guerra, os Bayard regressaram a França, mas não sem antes retribuir a delicadeza de Álvaro Matias.
Antes de partir, dr. Bayard deixou ao português uma receita de rebuçados num papel escrito à mão, ainda hoje guardada num local secreto pela família Matias. Álvaro não lhe pegou logo, continuando a trabalhar em mercearias e a fazer horas extras nocturnas para vender rebuçados nos bares dos cinemas lisboetas. "Foi aí que ele pensou: se posso vender rebuçados, porque não fazê-los? E decidiu tentar executar a receita do dr. Bayard, com a ajuda da minha mãe", explica José António.
(...)
Para ler o resto da notícia clique AQUI.
Boas leituras...
Carlos Guerreiro
Amigos do peito há mais de sessenta anos
por RUI PEDRO ANTUNES
16-12-2011
Dr. Bayard. Numa pequena fábrica da Amadora são produzidas três toneladas de rebuçados todos os dias. A culpa é da II Guerra Mundial.
Os dedos franzinos de José António Matias, ainda criança, habituaram-se desde cedo a enrolar rebuçados com a cara Dr. Bayard. A história do agora proprietário e gerente da fábrica confunde-se com a dos famosos rebuçados peitorais. Os doces, no entanto, "já eram conhecidos" quando José António nasceu. Foi o pai, Álvaro Matias, quem construiu a pulso a marca Dr. Bayard.
Tudo começou com a Segunda Guerra Mundial. Em 1939, Álvaro trabalhava numa mercearia da capital, quando conheceu um farmacêutico francês refugiado em Lisboa: o dr. Bayard. O gaulês julgava ficar pouco tempo em Portugal, mas a guerra prolongou-se e Bayard encontrou em Álvaro um amigo que lhe facilitava o acesso à comida numa altura em que esta era racionada.
"O meu pai servia de cicerone e levava o casal Bayard a visitar Lisboa e as redondezas ao fim-de-semana", conta José António. Foi o início de uma grande amizade. Com o fim da guerra, os Bayard regressaram a França, mas não sem antes retribuir a delicadeza de Álvaro Matias.
Antes de partir, dr. Bayard deixou ao português uma receita de rebuçados num papel escrito à mão, ainda hoje guardada num local secreto pela família Matias. Álvaro não lhe pegou logo, continuando a trabalhar em mercearias e a fazer horas extras nocturnas para vender rebuçados nos bares dos cinemas lisboetas. "Foi aí que ele pensou: se posso vender rebuçados, porque não fazê-los? E decidiu tentar executar a receita do dr. Bayard, com a ajuda da minha mãe", explica José António.
(...)
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Boas leituras...
Carlos Guerreiro
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domingo, 7 de novembro de 2010
Pequenos momentos a não perder...
Sobre Portugal nos anos 40 é um dos mais interessantes espólios de imagens que alguma vez vi on-line.
No total são quase 50 minutos de filmagens, divididos entre sete películas, abordando diversas temáticas. São imagens que em termos técnicos designamos com “brutos”, ou seja não foram montadas. Em várias das películas é possível perceber que foram feitos diversos,“takes”de cada momento com as câmaras em posições diferentes.
Podemos ver um mercado de gado, refugiados na Caldas da Rainha, refugiados a embarcar a caminho da América e outros destinos, diplomatas, recepções diversas, desfiles militares, a chegada de um Clipper ao Tejo – com magníficas imagens dos barcos de pesca pelo meio – e também a forma como a imprensa portuguesa - ou estrangeira em Portugal - realizava a cobertura dos eventos. Cada película vem
acompanhada de uma ficha técnica – em inglês – que não só explica o que se vaio vendo como também identifica algumas das personalidades que vão surgindo.
Todos são interessantes à sua maneira e vale a pena acompanhar os vários filmes que pertencem aos Arquivos Nacionais Americanos e foram realizados em Portugal entre os finais de 1942 e princípios de 1943.
A responsabilidade de colocar as imagens on-line é da Steven Spielberg Film and Video Archive do United States Holocaust Memorial Museum.
Sentem-se de forma confortável, cliquem nas legendas e divirtam-se...
Para ver outros filmes e vídeos clique AQUI.
No total são quase 50 minutos de filmagens, divididos entre sete películas, abordando diversas temáticas. São imagens que em termos técnicos designamos com “brutos”, ou seja não foram montadas. Em várias das películas é possível perceber que foram feitos diversos,“takes”de cada momento com as câmaras em posições diferentes.
Podemos ver um mercado de gado, refugiados na Caldas da Rainha, refugiados a embarcar a caminho da América e outros destinos, diplomatas, recepções diversas, desfiles militares, a chegada de um Clipper ao Tejo – com magníficas imagens dos barcos de pesca pelo meio – e também a forma como a imprensa portuguesa - ou estrangeira em Portugal - realizava a cobertura dos eventos. Cada película vem
acompanhada de uma ficha técnica – em inglês – que não só explica o que se vaio vendo como também identifica algumas das personalidades que vão surgindo.
Todos são interessantes à sua maneira e vale a pena acompanhar os vários filmes que pertencem aos Arquivos Nacionais Americanos e foram realizados em Portugal entre os finais de 1942 e princípios de 1943.
A responsabilidade de colocar as imagens on-line é da Steven Spielberg Film and Video Archive do United States Holocaust Memorial Museum.
Sentem-se de forma confortável, cliquem nas legendas e divirtam-se...
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