Nos próximos dias os apaixonados por aviação vão ter pelo menos duas possibilidades de ficar a conhecer mais sobre o tema em conferências que vão decorrer em Lisboa e Sintra.
Já na próxima sexta-feira, dia 23, A Associação da Força Aérea Portuguesa recebe o historiador Lourenço Henrique-Mateus para falar sobre “Um Século de Aviação Militar em Portugal”.
O encontro está marcado para a sede da Associação na Avenida gago Coutinho, por volta das 18.30 horas.
No dia 7 de Junho as atenções centram-se em Sintra para mais um Dakota Talks.
É o quinto encontro à volta do Dakota do Museu, desta vez dedicado à 2ª Guerra Mundial e ao Dia D.
Muitas propostas para voar nos próximos dias, e na nossa AGENDA há mais por onde escolher.
Carlos Guerreiro
Para aceder ao site "Aterrem em Portugal" clique em www.landinportugal.org
Este blogue utiliza português que respeita o período pré-acordo ortográfico.
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quarta-feira, 21 de maio de 2014
Conversas sobre asas
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terça-feira, 12 de março de 2013
Museu do Ar na TSF
A conversa sobre o “Museu do Ar” passou no último sábado na TSF, integrado no programa “Encontros com o Património”, de Manuel Vilas-Boas.
Participam no programa o coronel Antero Coutinho, Mário Correia, conservador do Museu e Adelina Arezes, a primeira mulher oficial de placa da TAP.
Bons voos
Carlos Guerreiro
Oiça a emissão do programa "Encontros com o Património" dedicada ao "Museu do Ar" AQUI.
Participam no programa o coronel Antero Coutinho, Mário Correia, conservador do Museu e Adelina Arezes, a primeira mulher oficial de placa da TAP.
Bons voos
Carlos Guerreiro
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sábado, 30 de junho de 2012
Visita guiada ao Museu do Ar
Visita guiada ao Museu do Ar, em Sintra, que reabriu no dia 29 de Junho de 2012.
A reportagem foi transmitida no programa "Portugal em Directo", na Antena 1, no dia em que o espaço abriu as portas.
Como guias temos o director do Museu do Ar, coronel Antero Coutinho e o curador Mário Correia.
Bons voos
Carlos Guerreiro
Para ler mais sobre o Museu do Ar clique AQUI.
A reportagem foi transmitida no programa "Portugal em Directo", na Antena 1, no dia em que o espaço abriu as portas.
Como guias temos o director do Museu do Ar, coronel Antero Coutinho e o curador Mário Correia.
Bons voos
Carlos Guerreiro
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segunda-feira, 25 de junho de 2012
Novos voos para o Museu do Ar
Um DC-3 Dacota com as cores da TAP e um Avro 631 “Cadet”, extremamente raro, são duas das novidades que o Museu do Ar, em Sintra, vai apresentar ao público na reabertura, marcada para o próximo dia 29.
O Dacota com as cores da TAP encontrava-se num hangar no Aeroporto de Lisboa. O transporte para Sintra foi feito de noite, num transporte especial, através do IC-19… uma dor de cabeça em termos de logística e um espectáculo para quem assistiu.
O Dacota no Museu do Ar com as cores da TAP.
O Dacota é um daqueles ícones da aviação e da II Guerra que qualquer museu só pode ter orgulho em ter no seu espólio. Em Portugal voaram no pós guerra com as cores da TAP e da FAP.
A versão militar ficou conhecida como C-47 Skytrain. Durante o conflito três aparelhos da força aérea americana aterraram em vários pontos do país e tiveram utilização posterior, integrando a frota da Direcção Geral da Aviação Civil e depois TAP:
- Douglas C-47A Skytrain com a matrícula 42-24171 em 20-09-1943 (Ver AQUI)
- Douglas C-47A Skytrain com a matrícula 43-15037 em 12-04-1944 (Ver AQUI)
- Douglas C-47A Skytrain com a matrícula 42-10093 em 17-07-1944 (Ver AQUI)
O Avro 631 “Cadet” é uma verdadeira raridade. Existirão apenas mais uma ou duas unidades deste tipo, algures na América do Sul e este exemplar tem uma história curiosa.
Nos anos trinta a Aeronáutica Militar (AM) portuguesa quis adquirir um novo aparelho de instrução e foram escolhidos três aviões para testes. Um italiano, de que se perdeu o rastro. O Tiger Moth, que seria adoptado para instrução e o Avro 631.
Este último foi rejeitado mas o avião utilizado como “amostra” ficou por cá. Foi durante anos mantido em Sintra onde ficou conhecido como o avião do comandante, e mais tarde transitou para o hall do edifício do Estado Maior da Força Aérea, onde se manteve até há poucas semanas.
Agora fica acessível a todos os visitantes do museu, ao lado do seu "ex-concorrente", o Tiger Moth.
Para além destes dois novos aparelhos, dos anos 30 e 40, existem outras novidades da era do jacto ou réplicas de asas “sonhadas” há 500 anos que vão fazer as delícias dos visitantes. Um helicóptero Alouette em corte, utilizado na instrução de mecânicos nas OGMA, também atrairá certamente as atenções…
O JU-52 é outro aparelho icónico que faz parte a colecção do Museu do Ar.
Em relação à época de entre guerras e II Guerra Mundial mantêm-se na colecção aparelhos que são ícones da aviação como o JU52, o Dragon Rapid - que assegurou das primeiras ligações comerciais entre Lisboa e Porto - ou o Spitfire, que sofreu uma “operação plástica” para ficar idêntico aos voados pela AM…
Para os menos atentos os portugueses voaram mais de uma centena de Spitfires a partir de 1943, mas nenhum deles sobreviveu…
O Museu do Ar assegurou, no entanto, um desses caças numa troca por um Bristol Beaufighter com a Africa do Sul.
A AM utilizou diferentes versões do aparelho, nomeadamente, as "Ia", "Vb" e "LF Vb", mas o adquirido pelo Museu era um "IX", versão que nunca voou com cores portuguesas…
A operação plástica teve como objectivo fazer essa reconversão…
Para outras informações sobre o Museu do Ar pode consultar a página de Facebook AQUI.
Já agora, entre os dias 29 de Junho (feriado em Sintra) e 1 de Julho (comemoração dos 60 anos Força Aérea), a entrada é gratuita...
Para aceder ao programa da reabertura, basta clicar no local indicado em baixo.
Para ver todo o
programa e também
parte das novidades
clique AQUI.
Bons voos…
Carlos Guerreiro
sobre AVIAÇÃO clique AQUI.
sobre o MUSEU DO AR clique AQUI.
O Dacota com as cores da TAP encontrava-se num hangar no Aeroporto de Lisboa. O transporte para Sintra foi feito de noite, num transporte especial, através do IC-19… uma dor de cabeça em termos de logística e um espectáculo para quem assistiu.
O avião fez uma complicada viagem nocturna de 35 quilómetros, peloIC19 , entre o Aeroporto de Lisboa e o Museu em Sintra.
(Foto cedida por André Garcez)
O Dacota é um daqueles ícones da aviação e da II Guerra que qualquer museu só pode ter orgulho em ter no seu espólio. Em Portugal voaram no pós guerra com as cores da TAP e da FAP.
A versão militar ficou conhecida como C-47 Skytrain. Durante o conflito três aparelhos da força aérea americana aterraram em vários pontos do país e tiveram utilização posterior, integrando a frota da Direcção Geral da Aviação Civil e depois TAP:
- Douglas C-47A Skytrain com a matrícula 42-24171 em 20-09-1943 (Ver AQUI)
- Douglas C-47A Skytrain com a matrícula 43-15037 em 12-04-1944 (Ver AQUI)
- Douglas C-47A Skytrain com a matrícula 42-10093 em 17-07-1944 (Ver AQUI)
O Avro 631 “Cadet” é uma verdadeira raridade. Existirão apenas mais uma ou duas unidades deste tipo, algures na América do Sul e este exemplar tem uma história curiosa.
O Avro 631 "Cadet" era um aparelho para instrução de que existem raros exemplares no mundo.
Nos anos trinta a Aeronáutica Militar (AM) portuguesa quis adquirir um novo aparelho de instrução e foram escolhidos três aviões para testes. Um italiano, de que se perdeu o rastro. O Tiger Moth, que seria adoptado para instrução e o Avro 631.
Este último foi rejeitado mas o avião utilizado como “amostra” ficou por cá. Foi durante anos mantido em Sintra onde ficou conhecido como o avião do comandante, e mais tarde transitou para o hall do edifício do Estado Maior da Força Aérea, onde se manteve até há poucas semanas.
Agora fica acessível a todos os visitantes do museu, ao lado do seu "ex-concorrente", o Tiger Moth.
Para além destes dois novos aparelhos, dos anos 30 e 40, existem outras novidades da era do jacto ou réplicas de asas “sonhadas” há 500 anos que vão fazer as delícias dos visitantes. Um helicóptero Alouette em corte, utilizado na instrução de mecânicos nas OGMA, também atrairá certamente as atenções…
O JU-52 é outro aparelho icónico que faz parte a colecção do Museu do Ar.
Em relação à época de entre guerras e II Guerra Mundial mantêm-se na colecção aparelhos que são ícones da aviação como o JU52, o Dragon Rapid - que assegurou das primeiras ligações comerciais entre Lisboa e Porto - ou o Spitfire, que sofreu uma “operação plástica” para ficar idêntico aos voados pela AM…
Alguns aspectos do Spitfire durante a
"Operação Plástica"
que o transformou num modelo
utilizado pela
Aeronáutica Militar Portuguesa.
Também os pormenores
do interior
da cabine de pilotagem.
Para os menos atentos os portugueses voaram mais de uma centena de Spitfires a partir de 1943, mas nenhum deles sobreviveu…
O Museu do Ar assegurou, no entanto, um desses caças numa troca por um Bristol Beaufighter com a Africa do Sul.
A AM utilizou diferentes versões do aparelho, nomeadamente, as "Ia", "Vb" e "LF Vb", mas o adquirido pelo Museu era um "IX", versão que nunca voou com cores portuguesas…
A operação plástica teve como objectivo fazer essa reconversão…
Para outras informações sobre o Museu do Ar pode consultar a página de Facebook AQUI.
Já agora, entre os dias 29 de Junho (feriado em Sintra) e 1 de Julho (comemoração dos 60 anos Força Aérea), a entrada é gratuita...
Para aceder ao programa da reabertura, basta clicar no local indicado em baixo.
Para ver todo o
programa e também
parte das novidades
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Bons voos…
Carlos Guerreiro
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sábado, 30 de abril de 2011
Museu do Ar procura Major Alvega
Quando me perguntam porque me interessei pela aviação da II Guerra Mundial, costumo dizer que li demasiadas histórias do "MAJOR ALVEGA"...
Como eu, muitos outros também se perdiam - durante minutos ou horas - naqueles pequenos livros d' "O FALCÃO" que, se não me engano, saiam todas as semanas.
O "MAJOR ALVEGA" era uma das principais personagens e hérois. Na altura não sabia - e muitos outros também não - que o homem se chamava na realidade "BATTLER BRITTON", mas como a legislação portuguesa dos anos 60 proibia a publicação de histórias aos quadradinhos com heróis estrangeiros, o rapaz foi rebaptizado, na fronteira.
Na sua caderneta de voo passou a constar o nome de Jaime Eduardo de Cook e Alveja, tendo-lhe sido também dada uma costela Lusitana...
Pois reconhecendo a importância do "MAJOR ALVEGA" - que apaixonou muitos pela aviação - o Museu do ar pretende recolher o máximo de livros para organizar uma exposição - temporária ou permanente - com os livrinhos deste personagem.
O Museu do ar apela assim a quem tiver estes livrinhos e que esteja disposto a cede-los - de forma permanente ou apenas por empréstimo - que entre em contacto com o Tenente-Coronel Gonçalves, que tem andando a cultivar esta ideia há bastantes semanas.
Fica o contacto:
Museu do Ar,
A/c TCOR Gonçalves
Granja do Marquês,
2715-021 Pêro Pinheiro
Toca a revirar as arcas e o caixotes com antigas leituras. Já consegui descobrir dois dos meus livrinhos - os números 1139 e 1070 (não muito bem tratados, mas enfim) - num velho caixote e estou a preparar-me para os enviar.
Ainda não seguiram porque quero rele-los mais uma vez...
Carlos Guerreiro
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