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sexta-feira, 14 de junho de 2013

Livros...
Um Rei na Manga de Hitler

É mais um título para juntar à bibliografia portuguesa de ficção sobre a II Guerra Mundial.

É mais um livro de um jornalista, José Goulão, que mergulha nas actividades dos espiões alemães e britânicos nos princípios da II Guerra Mundial no nosso país.


Em 1940 passou por Portugal o homem que tinha trocado a coroa inglesa pelo amor de uma actriz americana divorciada.

O homem que deveria ter sido Eduardo VIII de Inglaterra esteve pelo Estoril e à sua volta criaram-se uma série de intrigas que contaram a presença de agentes alemães encarregados de o raptar e outros, britânicos, de o proteger.

Sabia-se que Eduardo tinha alguma admiração por Hitler e os britânicos temiam que ele pudesse ser utilizado pelos Nazis…

Fica a Sinopse da obra:

Verão de 1940. A Inglaterra resistia ao fogo cerrado da aviação nazi. Portugal vivia a chamada neutralidade salazarista, através da qual a elite da ditadura tirava proveito da tragédia alheia.

Na vivenda de um banqueiro português, em Cascais, Hitler tinha debaixo de olho o seu «Pétain inglês», o ex-rei Eduardo VIII de Inglaterra, então Duque de Windsor.

Este debatia-se num dilema: seguir o caminho da traição, que o faria regressar ao trono ao serviço dos nazis; ou tomar o paquete rumo às Bahamas para assumir o lugar de governador, que o irmão e sucessor, o rei Jorge VI, lhe atribuíra.

Um manuscrito saído de uma gaveta onde esteve sepultado durante meio século, num casarão da Avenida Elias Garcia, em Lisboa, revela os segredos desta intriga internacional vivida entre Lisboa, Peniche e o Tejo fronteiriço.

Uma intriga cujo desfecho foi decisivo na Segunda Guerra Mundial e nas intenções do ditador Franco para atacar Portugal.

Uma narrativa inspirada em factos reais, interpretada por heroínas e heróis de carne e osso que arriscaram a vida para desatar as tramas tecidas entre os chefes nazis e regimes colaboracionistas.

Uma acção passada sob o flagelo de guerra, de contrastes entre um amor de conveniência e amores genuínos, tão fortes que sobreviveram aos desencontros da vida, e à própria morte.

O retrato escondido de uma época dramática, num país vigiado e subjugado, mas em que muita gente lutou inconformada e corajosamente pela liberdade.

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