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segunda-feira, 13 de setembro de 2021
«Escaparate de Utilidades»
Estoril, Costa do Sol
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2021
Curso on-line "Cascais Terra de Abrigo"
Quem foram os refugiados que chegaram a Cascais nos anos 30 e 40 do século passado? De que fugiam? E porque escolheram aquela parte de Portugal como refúgio? Estas são algumas das perguntas terão resposta num curso online, de quatro sessões, que vai contar com Margarida Magalhães Ramalho como guia.
Famílias reais, governos em fuga, intelectuais, artistas conhecidos e milhares de anónimos, encontram no Estoril alojamento, abrigo e segurança entre o princípio da guerra civil espanhola e o fim da II Guerra Mundial.
Margarida de Magalhães Ramalho pretende revisitar as histórias daquele período, partilhando as histórias que recolheu ao longo da sua investigação sobre pessoas conhecidas e anónimas que passaram, por aquela zona.
Margarida Magalhães Ramalho é licenciada em História da Arte, é co-autora do Museu Virtual Aristides de Sousa Mendes e é responsável científica do Museu Vilar Formoso Fronteira da Paz .
As sessões decorrem nos terças-feiras de 9 e 23 de fevereiro, e 9 e 23 de março, a partir das 21 horas. A inscrição nas quatro ações têm o custo de 30€ e podem ser feitas AQUI. Mais informações podem obtidas através do telefone 21 4815930 ou do e-mail: eme@cm-cascais.pt. Nos contactos deve constar que que pretende inscrever-se em "Bilhetes Cascais, Terra de Abrigo - Curso online - Sala Virtual FDL".
quarta-feira, 27 de abril de 2016
Estoril relembra morte do general Sanjurjo
Pode adquirir o livro "O Nosso Homem no Estoril" AQUI.
O acidente de aviação que vitimou o general espanhol era o líder do levantamento que levaria os nacionalistas ao poder e Franco à cabeça do movimento.
As especulações sobre as reais causas do desastre ainda hoje são discutidas. Do livro, que será apresentado pelo editor da Gradiva Guilherme Velnete, fica a sinopse:
20 de Julho de 1936. Dois dias depois de começar o «levantamento nacional» contra o governo republicano de Madrid, uma avioneta despenhou-se em Portugal, na Quinta da Marinha.
De volta a Espanha, seguia nela José Sanjurjo, o general que iria dirigir o «levantamento». Era fácil juntar suspeitas a tal morte. Mas nem todos queriam que estas se transformassem numa busca da verdade. Pelo contrário! Para o general Franco, a morte do general Sanjurjo constituía uma grande oportunidade.
Acidente ou sabotagem?
Procurar a resposta era tudo menos isento de dificuldades. Em Lisboa, a investigação foi entregue ao inspector Miguel Neves. Sofrendo pressões da PVDE, recebeu instruções para seguir uma «pista comunista». Surgiram as dúvidas, adensou-se a curiosidade. E, por causa disso, foi mais longe do que queria."
Boas leituras...
sexta-feira, 5 de setembro de 2014
Livros...
Dois Hotéis em Lisboa
“Dois Hoteis em Lisboa” foi considerado um dos livros notáveis de 2013 pelos editores do “New York Times Book Review”, na categoria de ficção e poesia.
Leavitt é um autor consagrado, com vários romances e contos publicados, e vários estão traduzidos para português.
Fica a sinopse:
Dois casais de forasteiros travam conhecimento na lisboeta e cosmopolita pastelaria Suíça. Estamos no ano de 1940, em plena Segunda Guerra Mundial, e Lisboa fervilha com milhares de refugiados, que esperam pelo visto e pela possibilidade de viagem para a América, com espiões e membros da nobreza europeia.
Pete e Julia Winters são expatriados americanos burgueses que viviam em Paris; Edward e Iris Freleng são americanos também, mas mais ricos, sofisticados e boémios. Por coincidência, estão todos hospedados no Hotel Francfort, mas acabam por descobrir que afinal há dois hotéis Francfort em Lisboa.
É neste ambiente de tensão e de total insegurança, sobretudo em relação a um qualquer tipo de futuro, que a ligação entre os dois homens se desenvolve e se transforma num envolvimento amoroso.
Um romance maravilhosamente escrito, com um forte pendor sexual e político, e em que a cidade de Lisboa e a linha do Estoril têm o estatuto de personagem.
Boas Leituras.
quinta-feira, 24 de janeiro de 2013
A conversa está marcada para sábado
Sábado, por volta das 15.30 horas, está marcada a nossa conversa no Espaço Memória dos Exílios...
Até lá deixo uma amostra do que vai acontecer.
A equipa da Câmara de Cascais fez-me uma entrevista - que já está on-line - onde falo de algumas das histórias que vão ser desenvolvidas no sábado...
Obrigado à Ana Laura e à Laís Castro...
Para mais informações pode clicar AQUI.
Até daqui as uns dias, frente a frente...
Carlos Guerreiro
quarta-feira, 16 de janeiro de 2013
Estão convidados…
Estão todos formalmente convidados para a conversa no dia 26 de Janeiro, por volta das 15.30 horas no espaço Memória dos Exílios, no Estoril.
Há muito assunto para falar (veja AQUI).
segunda-feira, 14 de janeiro de 2013
Conversas do "Aterrem em Portugal!"
O encontro tem lugar por volta das 15.30 horas no Espaço Memória dos Exílios, no Estoril.
O tema é o livro e, especialmente, o que aconteceu depois da sua publicação em 2008.
A criação do blogue e do site, permitiram – nos últimos quatro anos - o surgimento de novas histórias, muito mais fotografias e factos do aqueles revelados nas 300 páginas que foram para a gráfica há quatro anos.
Estou a fazer tudo para que tanto os que têm o livro, como aqueles que não o conhecem, consigam passar uma tarde interessante num espaço único em Portugal.
No Espaço Memória dos Exílios são especialmente recordados os milhares de pessoas que chegaram ao país na sequência da II Guerra Mundial. Fica no primeiro andar do posto correios do Estoril, um edifício dos anos 40, que se encontra junto à estrada marginal (ver AQUI)…
Os amantes do modelismo poderão também ver alguns modelos de aviões daquele período, numa cedência do Museu do AR.
Algumas das histórias que iremos abordar poderão ser conhecidas clicando AQUI...
Carlos Guerreiro
sexta-feira, 11 de janeiro de 2013
Mais um tema para a Conversa no Estoril
Tive a sorte de encontrar, há algum tempo, uma pessoa que integrou uma dessas unidades.
Era um dos condutores de um dos camiões pesados, de origem britânica, que existiam no Batalhão de Transportes e que pode ser visto numa das fotografias.Normalmente seguiam em coluna com dois jipes nas extremidades e os camiões pesados, ao centro. A recuperação dos destroços dos aviões podia levar entre alguns dias e várias semanas, dependendo do local onde estes se encontravam e das suas dimensões.
A viagem não era menos trabalhosa que as recuperações. Os camiões gigantescos percorriam um país com poucas estradas capazes de os receber… Por mais de uma vez tiveram de ser desmantelados muros e “valados” ao longo dos percursos.
Outras vezes voltava-se para trás porque uma ponte ou um pontão não tinha dimensão ou capacidade para suportar os enormes transportes.
Algumas histórias que envolveram esta unidade nas várias viagens e recuperações vão ser contadas no dia 26 de Janeiro no Espaço Memória dos Exílios, no Estoril, num encontro onde iremos falar do livro “Aterrem em Portugal!” e do que foi acontecendo depois do seu lançamento em 2008.
Entretanto esta conversa já tem programa oficial na agenda da Câmara Municipal de Cascais onde é referida também uma exposição de miniaturas de aviões da Segunda Guerra Mundial (ver AQUI).
Infelizmente não vai ser possível avançar com essa exposição já que a pessoa contactada, entendeu não ter condições para participar na iniciativa… Esta falta de condições nada tem a ver com o espaço onde vai decorrer a conversa…
Deixo assim nota de mais um tema que vai ser abordado na conversa do final deste mês (veja outros temas AQUI).
Até dia 26, às 15.30 no Estoril.
Carlos Guerreiro
sexta-feira, 4 de janeiro de 2013
“Nazi salva quatro aviadores Canadianos”
A notícia conta apenas parte da verdade.
O homem que correu a salvar os aviadores era de facto um alemão, mas era um homem de negócios há muito radicado em Portugal, e não era secretário da embaixada…
A família desse cidadão alemão ainda hoje reside no país e fez deste acontecimento uma história de família, até porque existem alguns pormenores que são deliciosos.
Esses detalhes serão apenas um dos temas que será conversado no próximo dia 26 no Estoril, no Espaço Memória dos Exílios, para onde fui convidado a falar sobre o “Aterrem em Portugal”, nas suas várias facetas: livro, site e blogue… (ver AQUI)
Um abraço e bom fim-de-semana
Carlos Guerreiro
terça-feira, 1 de janeiro de 2013
Passagem de ano no Estoril… 1940/ 41
Por essa razão também fomos ao encontro das festas de fim de ano e trazemos-lhe o apontamento de uma grande actividade social, que se viveu na noite de 31 de Dezembro para 1 de Janeiro… no Estoril.
Para não fugir ao tema do blogue falamos da festa que aconteceu de 1940 para 1941… e que mereceu nada menos que uma página de reportagem no Século Ilustrado de 4 de Janeiro de 1941.
Um bom ano para todos...
Carlos Guerreiro
segunda-feira, 17 de dezembro de 2012
Conversas do "Aterrem em Portugal"…
Já na quarta-feira de manhã, por volta das 9.30 horas, é o livro, o blogue e o site que são tema aos microfones da Rádio Kiss FM, em Albufeira (ver e ouvir AQUI).
Quem conhece a rádio sabe que se trata de uma estação que emite em inglês e, por isso, a conversa vai acontecer nessa língua… Se existirem novas actualizações deixarei recado por aqui...
A 26 Janeiro, por volta das 15.30 horas, a conversa vai ser frente a frente. No Espaço Memória dos Exílios, no Estoril, vou falar um pouco sobre o livro, mas especialmente, sobre naquilo que aconteceu depois da sua publicação em 2008.
A criação do blogue e do site, permitiram – nos últimos quatro anos - o surgimento de novas histórias, muito mais fotografias e factos do aqueles revelados nas 300 páginas que foram para a gráfica há quatro anos.
Estou a fazer tudo para que tanto os que têm o livro, como aqueles que não o conhecem, consigam passar uma tarde interessante num espaço único em Portugal.
No Espaço Memória dos Exílios onde são especialmente recordados os milhares de pessoas que chegaram ao país na sequência da II Guerra Mundial. Fica no primeiro andar do posto correios do Estoril, um edifício dos anos 40, que se encontra junto à estrada marginal (ver AQUI)…
Sobre esta conversa no Estoril voltaremos a falar nas próximas semanas…
Carlos Guerreiro











